O CABOCLO DAQUI...

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JESUS,O GOVERNADOR DO MUNDO!!!

JESUS,O GOVERNADOR DO MUNDO!!!

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quarta-feira, 25 de julho de 2012

SALVE NANÃ BURUQUÊ!!!SALUBÁ VOVÓ!!!!



Mãe nanã...
acode este coração doído...
acode esta alma que busca a luz da vossa sabedoria...da compreensão do Amor...e da Caridade...
acode,vovó Nanã,alivia a dor das mentiras terrenas,das traições,dos enganos...da maldade...
Dá-nos vossa bondade,vossa sabedoria,acalma e ensina-nos a aceitar o que não se pode modificar...
Fortalece-nos na força do Amor Maior...
Abençoa esta filha de Iansã,vovó...Cura minhas AS FERIDAS provenientes das batalhas...considera todos meus passos,e porques...podes  compreende-los um a um.....
COLOCO-OS UM À UM À VOSSOS PÉS...NESTE DIA...PARA QUE SAIBAS...COMO TEM SIDO...E CONSIDERES...COM VOSSA SABEDORIA...E ME ACONSELHES...
guarde-me em teu Amor e Acalanto...Tu podes compreender todas
tempestades de meus caminhos...tu podes acalentar-me,em braços firmes de Sabedoria e Proteção e Bençãos!!!
Afasta de meus caminhos os que enganam, os que usurpam...os que se aproveitam da sinceridade,e da
fraternidade...para ferir,para fazer o mal...
Ajuda-me à renascer,mais uma vez,para caminhos melhores!!!
...Dá-me neste dia e sempre,vosso carinho...vossa benção...
para que continue as lutas,desta vida...sempre com força,firmeza,e fé!!!

Peço-te a benção,vovó!!
Saluba,Nanã,Nanã Buruquê!!!!''   
Saluba VOVÓ!!NANÃ BURUQUÊ!!!
POR RONITA ELIANE

segunda-feira, 9 de julho de 2012

As almas enfermas dos responsáveis pelas guerras/Elucidações do Além Hercílio Maes Ramatís


Elucidações do Além Hercílio Maes Ramatís
Páginas 19 a 24.
Capítulo 4
As almas enfermas
dos responsáveis pelas guerras
*******************************************
PERGUNTA: - Ainda quanto aos aspectos da Alma enferma,
agradeceríamos vosso empenho em nos esclarecer, quanto à culpa das almas
desequilibradas ou "doentes" em potencial, que desencadeiam guerras; e, além do
morticínio de milhões de criaturas, a sua passagem pela Terra cria entre os povos um
ambiente que degenera em novos ódios e represálias.
RAMATÍS: - Sem dúvida, todos os filhos de Deus, mesmo os mais perversos,
são dignos da magnanimidade divina e dos ensejos reeducativos para a sua redenção
espiritual, embora suas provas devam ser disciplinadas pelo mesmo esquema espiritual de
que "a colheita é de acordo com a semeadura"! É óbvio, pois, que as condições, os
processos e o tempo empregado nessa retificação redentora, variam segundo o volume dos
equívocos e delitos praticados pelos espíritos endividados. Os tiranos, os fazedores de
guerras e os exterminadores de povos, depois da morte física enfrentam, por longo tempo,
problemas terríficos e cruciantes de acordo com a extensão dos seus crimes e segundo a
sorna exata de todos os minutos que empregaram nos atos de perversidade, vandalismo e
prejuízo à humanidade. No entanto, depois de submetidos aos processos de retificação
espiritual, mediante reencarnações sucessivas, que se processam através dos séculos, eles
também logram a sua melhor graduação para os ensejos angélicos do futuro.
Porém, não julgueis que os tiranos e os déspotas são os únicos culpados pelos
massacres, vandalismos, crueldades e saques praticados pelos seus comandados em tempo
de guerra; a responsabilidade e a culpa são distribuídas proporcionalmente de acordo com
as responsabilidades individuais de todos que, direta ou indiretamente, são unidades do
conjunto. Em face da liberdade criminosa ensejada pela guerra, há soldados que deitam
fogo a cidades indefesas, saqueiam os bens alheios, mutilam combatentes adversos,
torturam fugitivos, trucidam jovens, velhos, mulheres e crianças, quer em obediência a
ordens superiores, ou seja pela sua perversidade na desforra. Mas a Lei Cármica, em sua
ação justiceira e impessoal pesa criteriosamente a "culpa individual" de cada criatura,
responsabilizando-a por todo estímulo belicoso, ato agressivo ou contribuição direta ou
indireta às atividades sangrentas da guerra desumana e fratricida.
Nenhum tirano, por mais poderoso e cruel, pode conduzir sozinho uma nação à
guerra e ensopar de lágrimas o mundo. Ele, para atingir os seus fins bestiais, precisa do
apoio incondicional dos próprios compatriotas e súditos.
Geralmente, ante a simples perspectiva de uma guerra contra o "inimigo", logo
homens e mulheres estremecem, apreensivos; porém, ante a possibilidade de sua pátria ser
vitoriosa contra as nações "inimigas", então, em quase todos desperta a cupidez, a ganância
e a desforra. Sob o clima beligerante, até as almas sensíveis de artistas, filósofos ou poetas,
deixam-se contagiar pelas falsas glórias colhidas nos morticinios coletivos dos povos
adversos; e cantam hosanas ou compõem poemas à pátria heráldica, incentivando o povo a
impor-se triunfalmente na face da Terra.
A guerra é insuflada, igualmente, por interesses escusos, pois além de oportunidade
para o saque, o ganho fácil, a investida desonesta aos degraus mais altos da política, é
também um dos melhores ensejos para as promoções dos militares.
Enquanto os soldados sonham com divisas de sargento e os oficiais inferiores ambicionam
novos galões, os chefes de graduação militar superior mostram-se esperançosos de soldos
extras e glorificações públicas. Alguns professores aproveitam a situação exaltada, para
despertarem em seus alunos o sentimento belicoso. Os jornalistas, exaltados por um
patriotismo frenético, consomem toneladas de tinta acirrando o ânimo do povo para a luta.
Os próprios sacerdotes católicos não se pejam de benzer armas, fazer orações e promover
cerimônias religiosas em louvor da vitória de sua pátria, rogando a Deus que o ajude a
destruir os seus "inimigos" odiosos.
Os tiranos, os sátrapas e os opressores da humanidade são "pontas de lança", que
abrem as comportas das paixões de amplitude coletiva. Eles não criam homens perversos,
cúpidos e sanguinários.
A presença desses gênios destruidores, na Terra, é um efeito moral da atração
magnética que está em ebulição na mente social, pois a dinâmica de "os semelhantes se
atraem" também é uma lei psíquica. A presença e atuação de tais almas em vosso mundo é
uma espécie de raio deflagrado pelos sentimentos inflamados da cobiça, domínio e dos
recalques de orgulho patriótico, que estão em efervescência na consciência das massas que
constituem o Povo.

1 - Nota do Médium: Haja vista o que cidadãos aparentemente pacíficos e honestos
fizeram na última guerra, quando incorporados aos exércitos nazistas cometeram as atrocidades
mais bárbaras, enquanto praticavam os roubos mais cínicos, pelo saque desaforado às bibliotecas,
museus e obras de arte, dos povos vencidos.
Sob o comando de Aníbal, Alexandre ou Napoleão,
muitos dos seus soldados e comparsas, diante da oportunidade fácil de satisfazerem seus próprios desejos e paixões
abomináveis, revelaram-se bem mais perversos e sanguinários do que os seus chefes, pois
enquanto estes, sem rancor pessoal, viam, nos seus exércitos e nas formações inimigas,
somente as peças vivas de um jogo de xadrez de vida ou morte, os seus comandados
praticavam as mais condenáveis atrocidades como o desforço pessoal.

2 - Nota do Médium: Vide comunicação mediúnica de Napoleão, em 13 de novembro de
1906, pelo famoso médium português Fernando de Lacerda, à página número 26, da obra "Do
Pais da Luz", livro primeiro, a qual serve de contribuição ao pensamento de Ramatís a respeito do
assunto em foco. Obra editada pela Livraria da Federação Espírita Brasileira.

Porém, na balança fiel da Justiça Divina, a culpa coletiva das atividades guerreiras
divide-se, proporcionalmente, a cada um dos seus participantes, tendo em conta as
imposições a que o indivíduo está obrigado perante a lei humana e as exorbitâncias das
atitudes pessoais, que são uma decorrência do seu próprio livre-arbítrio. A desonestidade, a
violência, a traição ou o sadismo, tanto no setor das atividades morais quanto no campo das
incumbências materiais, são de responsabilidade individual. Nenhum tirano ou déspota
pagará pelo crime do seu soldado ou subalterno que, exorbitando do seu dever, deita fogo
na casa pacífica, mutila o prisioneiro fujão, profana a moça indefesa ou trucida velhos,
crianças e mulheres inofensivos.

PERGUNTA: - Afim de melhor compreendermos a questão da alma
neurótica dos conquistadores sangrentos, poderíeis dizer-nos algo de um Hitler, por
exemplo, que foi um tirano e déspota em nossa época?
RAMATÍS: - Embora Hitler tenha sido um homem atrabiliário, cruel e
vingativo, julgado pela história moderna como o responsável exclusivo pela última
hecatombe guerreira, nem por isso, julgueis que ele seja realmente o único culpado de
todos os atos abomináveis e bárbaros cometidos pelos seus comparsas militarizados. Na
verdade, ele deu forma concreta e objetiva aos anseios e sentimentos belicosos do seu
próprio povo, o qual, hipnotizado pelas perspectivas de dominar o mundo, cobrir-se de
gloríolas tolas e aumentar os lucros no saque ao inimigo, animou e estimulou tal indivíduo
à empreitada homicida e cruel da guerra. Embora considerando-se, com justiça, que certa
parte do povo alemão é realmente pacífica, construtiva e avessa à tradicional belicosidade
germânica, a sua maioria ficou responsável por endeusar e colocar no cimo do seu governo
o tipo demente, ambicioso, violento e cruel que foi Hitler.
A imprudência, o orgulho, a ambição e o espírito de desforra também encontraram
nos moços, velhos e mesmo nas mulheres e crianças alemãs o seu prolongamento vivo e
natural, quando, reunidos em praças públicas, eles aderiram às cerimônias festivas e às
homenagens pagãs, com que apoiaram fanaticamente o "Führer", para ele acender a
fogueira da guerra. Esse ódio e vingança atingiram os próprios vizinhos sem culpa direta no
caso, enquanto a fúria nazista destrutiva caiu sobre o adversário mais próximo e mais débil,
apontado como um dos culpados pela humilhação do passado, ou seja, o judeu. Então as
mulheres, os velhos, os moços e as crianças hebraicas serviram de causa preliminar para o
futuro massacre perverso considerando inimigos da pátria todos os homens que não fossem
alemães.

3 - Nota do Médium: Convém o leitor ler o artigo"As Expiações Coletivas", de autoria de
Rodolfo Galligaris, inserto no "Reformador", de outubro de 1962, à página 221, quando ele aborda
o passado dos judeus destruindo cidades e populações indefesas, segundo os relatos do próprio
Velho Testamento, e depois sofrendo as provações coletivas pelos flagícios e fuzilamentos em
campos de concentrações nazistas, no cumprimento doloroso do seu carma pregresso.
No entanto, malgrado Hitler ter sido estigmatizado como o Satã da história e o
único responsável por acender afoitamente a fogueira da guerra, outras nações "vestidas de
donzelas", também contribuíram com o seu feixe de lenha cortado sob o machado da
opressão econômica, imposição ideológica ou política, competição comercial ciumenta ou
orgulho de raça, impondo sua prepotência mal disfarçada e apressando soluções egoístas
para o futuro.
Os adversários de Hitler apressaram o passo para "salvar a humanidade" mas
também escreveram páginas sombrias de vingança, de ódio e de desonestidade, as quais,
embora ignoradas pela história do mundo, o Senhor marcou no "Livro da Vida" para o
resgate porvindouro dos responsáveis. Ambos os lados beligerantes, esquecidos do Amor
pregado pelo Cristo, perpetraram crimes odiosos, fuzilamentos desnecessários e deram
vazão às paixões de raça; cometeram pilhagens e barbarismos protegidos pelo pavilhão
simbólico da pátria, justificando os seus atos ignóbeis por um código imoral de guerra.
As nações terrenas ainda são constituídas por núcleos de homens apaixonados e
belicosos, sejam quais forem as raças de que eles descendam. Elas são pacíficas e
suportam-se mutuamente, enquanto encontram-se incapacitadas para apoderarem-se dos
bens do vizinho, pois a cultura, a educação e os valores intelectuais que lhes atenuam a
irracionalidade, esboroam-se fugazmente diante da primeira oportunidade bélica fratricida.
Em verdade, os povos pacíficos de hoje foram os conquistadores e invasores impiedosos do
passado, que saqueavam populações indefesas e anexavam os seus territórios. Assim que
lhes for dada nova oportunidade de poderio guerreiro, não há dúvida de que tais povos
"inofensivos" tornar-se-ão novamente piratas sanguinários, semeando a morte e furtando os
despojos do próximo, pois a rapinagem ainda é o traço fundamental do terrícola.
Aliás, os povos ou nações movem-se conforme os seus interesses imediatos e não
segundo algum código de honra ou moral cristã. E desde que se conjuguem interesses
recíprocos no mesmo jogo de benefícios, os inimigos de hoje poderão ser os aliados de
amanhã, embora sacrificando-se os amigos de ontem. Da mesma forma, os vencedores
justificam a sua contribuição para a guerra sangrenta, defendendo-se pelo "slogan" de
salvadores da humanidade e protetores da civilização em perigo, enquanto atribuem aos
vencidos a culpa dos piores crimes e atrocidades, acoimando-os de "bárbaros" responsáveis
pela mesma hecatombe que, ocultamente, interessa a todos.
No seio de um mesmo povo, os revoltosos também se transformam em
"libertadores", enquanto, depois de assaltarem o poder constituído e desalojarem os
adversários que defendiam a legalidade, mais tarde os encostam no paredão de fuzilamento,
fazendo-os pagar pelos crimes de corrupção, embora, em breve, esses mesmos libertadores
de hoje também se transformem nos tiranos de amanhã.
Mas, em obediência ao ciclo cármico da Justiça Espiritual, os "novos idealistas",
que trucidam seus adversários, também resgatarão suas culpas sob o muro de fuzilamento
em que sacrificaram os seus antecessores. E caso isso não lhes aconteça na mesma
existência, há sempre um pelotão executivo esperando-os nas vidas futuras, a fim de
retificar-lhes o espírito de desforra sob o conceito de "quem com ferro fere, com ferro será
ferido", e pelo desprezo dos ensinamentos de Jesus, que recomendou ao homem: "Não vos
digo que perdoeis até sete vezes, mas até setenta vezes sete". (Mateus, 18:21,22).

PERGUNTA: - E qual é a situação dessas almas opressoras, no Alémtúmulo?

RAMATÍS: - As almas enfermiças e tirânicas, que semeiam a dor, a fome e a
orfandade mediante suas tropelias sangrentas, frutos de sua excessiva ambição e orgulho,
transitam no Além, acompanhadas pelo mesmo cortejo dos seus velhos comparsas, que as
insultam, as perseguem, as ameaçam e responsabilizam por todas as suas desditas,
amarguras e desprezos. Algemadas às vítimas impiedosas e vingadoras, açoitadas pelas
tempestades das regiões inferiores e mergulhadas nos pântanos mais repugnantes, sofrendo
os sarcasmos dos próprios espíritos satânicos que as incentivaram ao genocídio, na Terra,
elas vagueiam em bandos, torturadas até o dia em que possam renascer na matéria sob a
bênção do esquecimento do passado.
Alucinadas e acometidas pela incessante superexcitação e angústia, do remorso,
sem pouso e sem alívio, só lhes resta o recurso de encerrarem o seu inferno íntimo no
biombo da carne terrena, a fim de amortecerem as lembranças cruéis do passado durante a
fase sedativa de inconsciência entre o berço e o túmulo físico.
PERGUNTA: - Como se processa ou em que consiste a reparação de tais
almas ou espíritos tirânicos e doentes, a fim de recuperarem a "saúde moral" que, no
futuro, também lhes facultará a cidadania angélica, que Deus destina a todos os seus
filhos?
RAMATÍS: - As almas dos déspotas sanguinários, vítimas da loucura, do
egoísmo, da cobiça e autores do morticínio de milhares de criaturas sacrificadas para
garantir-lhes a prepotência e a ambição, são como o cavalo selvagem que arremessa o seu
cavaleiro ao solo, produzindo-lhe ferimentos nas quedas dolorosas. Infelizmente, pela
vibração violenta das energias maléficas que ainda excitam-lhe o perispírito, o tirano, o
conquistador sanguinário e os seus comparsas perversos, ao encarnarem na Terra, o trauma
psíquico que os perturba violenta-lhes o trabalho harmônico das células físicas, fazendo-os
nascer idiotas e anormais.

4 - Nota do Médium:Vide o artigo"Idiotia", de Emmanuel, à página 226 do "Reformador", de
outubro de 1962, órgão da Federação Espírita Brasileira, em que o autor espiritual tece
considerações sobre a encarnação sacrificial dos tiranos e déspotas do mundo, quando jungidos à
imbecilidade.

Sob o violento e desordenado abalo do perispírito, alteram-se as linhas de forças na
composição dos genes e no ajuste dos cromossomas do corpo físico. Então o déspota surge
à luz da vida terrena, parvo, alienado do cérebro e dos nervos, vivendo sob a chacota e
sarcasmo da mesma humanidade que tanto subestimou e prejudicou no passado. Assim, o
corpo do idiota reflete as condições enfermiças do espírito brutal ali encarnado,
funcionando à guisa de um cárcere que reprime os impulsos desordenados e perigosos do
seu ocupante, tal qual o freio domina o cavalo fogoso e desatinado. As paixões violentas
como a crueldade, a ambição e o orgulho que desatam as forças do instinto animal
selvático, impossibilitadas de sua ação destruidora, vão se debilitando pouco a pouco, de
modo a não voltarem a manifestar-se sob os mesmos impulsos indomináveis. A glândula
pineal, delicadíssima antena do sistema psiconervoso, "central elétrica ou usina piloto" do
organismo humano, funciona, nesse caso, oprimida na sua atuação, tomando-se incapaz de
transmitir, com clareza, a mensagem racional dirigida pelos neurônios, que constituem o
aparelho receptor e transmissor do espírito para a matéria. Nesse retardamento obrigatório,
de um corpo físico tardo no seu metabolismo motor e nervoso, o perispírito enfermiço
readquire, gradualmente, a sua vibração normal e a alma, o seu domínio salutar.
Represando na carne o seu excesso perturbador, ela submete-se à terapêutica
obrigatória do repouso vibratório, pois disciplina a sua emotividade, reprime as forças
instintivas que fervilham na intimidade perispiritual, assim como o cavalo indócil, atado a
pesado veículo, também fica impedido dos desatinos prejudiciais a si mesmo.
Pouco a pouco, a alma enferma, que, pelos seus impulsos animalizados, praticou
crimes, distúrbios e atrocidades coletivas no mundo físico, termina por corrigir-se dos
excessos danosos sob o domínio das "grades" de um corpo físico deformado. Ela exaure-se
e cansa, ante as tentativas inúteis de dominar, a seu talante, um sistema nervoso rígido e
retardado, que lhe anula a coordenação dos raciocínios e a impede de usar suas forças
maléficas.
As paixões tão comuns dos déspotas e guerrilheiros, como o orgulho, a ambição, a
prepotência e a impiedade, que eles manifestam quando portadores de corpos sadios e
cérebros normais, terminam arrasadas e impedidas de qualquer ação sob o organismo
carnal atrofiado. As suas idéias perigosas e as emoções atrabiliárias nem chegam a
ultrapassar-lhes o campo subjetivo, pois extinguem-se ou cessam por falta de um sistema
cerebral nervoso, correto e sensível capaz de dar-lhes forma e ação no mundo exterior.
Contudo, não há punição deliberada para tais espíritos doentes, mas apenas a
reparação espiritual no sentido de se ajustarem ao padrão de vida superior. O corpo
imbecilizado a subjugar-lhes os impulsos homicidas, sufocando-lhes a eclosão violenta das
paixões animais, constitui-se no abençoado "estágio" para a sua evolução espiritual no
futuro.
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