O CABOCLO DAQUI...

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JESUS,O GOVERNADOR DO MUNDO!!!

JESUS,O GOVERNADOR DO MUNDO!!!

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sábado, 23 de abril de 2011

SALVE MEU PAI OGUM!!!


 
NO HUMAITÁ! NO HUMAITÁ!
É O REI DE UMBANDA!
SÃO JORGE VENCEU DEMANDA!
SEU CAVALO BRANCO, SUA ESPADA E SEU ESCUDO
ROMPENDO CERCA DE ESPINHOS, PORTA FECHADA!

 

OH JORGE! OH JORGE!
VEM DE ARUANDA
TEM COMPAIXÃO DE SEUS FILHOS
SÃO JORGE VENCEU DEMANDA!
OGUM! OGUM! OGUM MEU PAI!
FOI O SENHOR MESMO QUEM DISSE
FILHO DE UMBANDA NÃO CAI!

 

MARCHAI, MARCHAI OGUM DO DIA!
COM A ESTRELA D'ALVA E A VIRGEM MARIA!
OH! VEM COM A SUA ESPADA
TRAZER A FÉ AOS FILHOS
QUE SE ACHAM EM AGONIA!

 

Ô MAMÃE EU VI UM LINDO MENINO
IA MONTADO EM UM CAVALO BRANCO
Ô MAMÃE QUE SANTO EU VI?
SÃO JORGE PASSOU POR AQUI!

 

SALVE PAI OGUM!!!

sexta-feira, 22 de abril de 2011

SEXTA FEIRA SANTA/ POR GIBRAN KALIL (Século 19)

SEXTA-FEIRA SANTA

Hoje, e em cada sexta-feira Santa, a humanidade acorda de seu sono profundo e, em pé ante as sombras do século, olha através das lágrimas o Monte Gólgota para ver Jesus crucificado em sua cruz...

Mas assim que o sol se põe, a humanidade volta a ajoelhar-se perante os ídolos que se erguem sobre todos os montes.
Hoje, guiados pela recordação, as almas dos cristãos dirigem-se de todos os cantos do mundo às cercanias de Jerusalém para contemplar uma sombra coroada de espinhos, que estende os braços até o infinito e penetra, através do véu da morte, as profundidades da vida.

Mas, mal as cortinas da noite tenham descido sobre o palco do dia, os cristãos voltam a deitar-se à sombra do esquecimento, embalados pela ignorância e a indolência.

Hoje, e em cada Sexta-Feira Santa, os filósofos abandonam suas grutas escuras, os pensadores, seus eremitérios frios, e os poetas, seus vales de quimeras, para se reunirem numa alta montanha e escutarem, calados e reverentes, um jovem dizer de seus assassinos:

"Pai, perdoa lhes porque não sabem o que fazem".

Mas, mal a quietude tenha apagado os ruídos do dia, os filósofos, pensadores e poetas voltam a envolver suas almas nas mortalhas de livros gastos.

As mulheres distraídas pelo brilho da vida, apaixonadas por jóias e vestidos, saem hoje de suas casas para ver a mulher dolorida, de pé frente à cruz como uma árvore flexível frente às tempestades do inverno.

Os jovens e as jovens que se deixam levar pela corrente da vida sem saber aonde vão, param hoje um instante para contemplar a Madalena lavando com suas lágrimas o sangue que mancha os pés do homem erguido entre a terra e o céu.
Mas, quando se cansam desse espetáculo, desviam os olhos e continuam seu caminho entre risadas.

Num dia como este, todos os anos, a humanidade acorda com o despertar da primavera e chora pelos sofrimentos de Cristo; mas, depois, fecha os olhos e se entrega a um sono profundo.

A humanidade é uma mulher que se deleita em se lamentar pelos heróis do séculos.

Se fosse homem, regozijar-se-ia pela sua grandeza e suas glórias.

A humanidade vê Jesus o Nazareno nascendo e vivendo como um pobre, ofendido como um fraco, crucificado como um criminoso, e chora-o e lamenta-o.
E é tudo o que ela faz.

Desde há dezenove séculos, adoram a fraqueza na pessoa de Jesus, conquanto Jesus fosse um forte.

Mas eles não compreendem o sentido da verdadeira força.

Jesus não viveu como um covarde, nem morreu sofrendo e queixando-se.

Viveu como um revolucionário, e foi crucificado como um rebelde, e morreu como um herói.

Não era Jesus um pássaro de asas partidas, mas uma tempestade violenta que quebra, com sua força, todas as asas tortas.

Jesus não veio do além do horizonte azul para fazer da dor o símbolo da vida, mas para fazer da vida o símbolo da verdade e da liberdade.

Jesus não receou seus perseguidores, e não temeu seus inimigos, e não sofreu nas mãos de seus executores, mas era livre à face de todos, audacioso para com a injustiça e a tirania: quando via tumores pútridos, puncionáva-os; quando ouvia o mal falar, impunha-lhe silêncio; quando encontrava a hipocrisia, esmagava-a.

Jesus não desceu ao mundo da luz para destruir as nossas casas e, com suas pedras construir conventos e eremitérios.
Não veio para tirar os homens fortes de suas ocupações e fazer deles monges e padres.

Mas veio para insuflar na atmosfera deste mundo uma alma nova e forte que destrói, até as fundações, os tronos elevados sobre os crânios e desmantela os palácios erguidos sobre os túmulos, e derruba os ídolos impostos aos espíritos fracos e humildes.

Jesus não veio ensinar os homens a elevar igrejas suntuosas ao lado de casebres miseráveis e de habitações frias e escuras, mas veio para fazer do coração do homem um templo, e de sua alma um altar, e de sua mente um sacerdote.

Eis o que Jesus o Nazareno fez, e eis os princípios que pregou e pelos quais se deixou crucificar por sua própria vontade.
E se os homens fossem mais penetrantes, celebrariam a data de hoje com alegria, e risos e canções de vitória e de triunfo.

E tu, gigante crucificado, que olhas do alto do Gólgota as caravanas dos séculos; que ouves o barulho dos povos, que compreendes os sonhos da eternidade, tu és, sobre tua cruz manchada de sangue, mais majestoso e mais soberbo que mil reis com mil tronos e mil reinos.

E tu és, entre a agonia e a morte, mais poderoso e mais temível que mil generais com mil exércitos e mil troféis.

Tu és, na tua melancolia, mais alegre que a primavera com suas flores.

Tu és, nas tuas dores, mais sereno que os anjos em seu paraíso.

Tu és na mão dos carrascos, mais livre que a luz do sol.

A coroa de espinhos em tua cabeça mais formosa e mais augusta que a coroa de Buhram, e o prego na palma de tua mão é mais imponente que o cetro de Muchtary.

E as gotas de sangue que correm em teus pés são mais brilhantes que as jóias de Astarté.

Perdoa, pois, a esses fracos que se lamentam sobre ti, em vez de se lamentarem sobre si mesmos.

Perdoa-lhes porque não sabem que venceste a morte pela morte,
e deste vida aos que estão nos túmulos.

Gibran Khalil Gibran, (Livro Parábolas)
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Tags: Gibran Khalil Gibran, Jesus, Sexta-feira

quinta-feira, 21 de abril de 2011

PAI OGUM

quarta-feira, 20 de abril de 2011

SALVE MEU PAI OGUM!!!

UM ÍNDIO ...VIRÁ!! (E EIS QUE VIESTES!!!)SALVE CABOCLO DAS SETE ENCRUZILHADAS!!SALVE A UMBANDA!!



UM ÍNDIO ...VIRÁ!! (E EIS QUE VIESTES!!!)SALVE CABOCLO DAS SETE ENCRUZILHADAS!!SALVE A UMBANDA!!

Um Índio

Caetano Veloso

Composição : Caetano Veloso
Um índio descerá de uma estrela colorida e brilhante
De uma estrela que virá numa velocidade estonteante
E pousará no coração do hemisfério sul, na América, num claro instante

Depois de exterminada a última nação indígena
E o espírito dos pássaros das fontes de água límpida
Mais avançado que a mais avançada das mais avançadas das tecnologias

Virá, impávido que nem Muhammed Ali, virá que eu vi
Apaixonadamente como Peri, virá que eu vi
Tranqüilo e infalível como Bruce Lee, virá que eu vi
O axé do afoxé, filhos de Ghandi, virá

Um índio preservado em pleno corpo físico
Em todo sólido, todo gás e todo líquido
Em átomos, palavras, alma, cor, em gesto e cheiro
Em sombra, em luz, em som magnífico

Num ponto equidistante entre o Atlântico e o Pacífico
Do objeto, sim, resplandecente descerá o índio
E as coisas que eu sei que ele dirá, fará, não sei dizer
Assim, de um modo explícito

(Refrão)
E aquilo que nesse momento se revelará aos povos
Surpreenderá a todos, não por ser exótico
Mas pelo fato de poder ter sempre estado oculto
Quando terá sido o óbvio

terça-feira, 19 de abril de 2011

TODO DIA...ERA DIA DE ÍNDIO....



SALVE NOSSOS ANCESTRAIS INDÍGENAS!!
SALVE!NOBRES GUERREIROS!!E GUERREIRAS!!

SALVE O DIA DOS ÍNDIOS!!!SALVE NOSSOS ANCESTRAIS INDÍGENAS!!

SEXTA FEIRA SANTA /POR GIBRAN KALIL (Século 19)



SEXTA-FEIRA SANTA

Hoje, e em cada sexta-feira Santa, a humanidade acorda de seu sono profundo e, em pé ante as sombras do século, olha através das lágrimas o Monte Gólgota para ver Jesus crucificado em sua cruz...

Mas assim que o sol se põe, a humanidade volta a ajoelhar-se perante os ídolos que se erguem sobre todos os montes.
Hoje, guiados pela recordação, as almas dos cristãos dirigem-se de todos os cantos do mundo às cercanias de Jerusalém para contemplar uma sombra coroada de espinhos, que estende os braços até o infinito e penetra, através do véu da morte, as profundidades da vida.

Mas, mal as cortinas da noite tenham descido sobre o palco do dia, os cristãos voltam a deitar-se à sombra do esquecimento, embalados pela ignorância e a indolência.

Hoje, e em cada Sexta-Feira Santa, os filósofos abandonam suas grutas escuras, os pensadores, seus eremitérios frios, e os poetas, seus vales de quimeras, para se reunirem numa alta montanha e escutarem, calados e reverentes, um jovem dizer de seus assassinos:

"Pai, perdoa lhes porque não sabem o que fazem".

Mas, mal a quietude tenha apagado os ruídos do dia, os filósofos, pensadores e poetas voltam a envolver suas almas nas mortalhas de livros gastos.

As mulheres distraídas pelo brilho da vida, apaixonadas por jóias e vestidos, saem hoje de suas casas para ver a mulher dolorida, de pé frente à cruz como uma árvore flexível frente às tempestades do inverno.

Os jovens e as jovens que se deixam levar pela corrente da vida sem saber aonde vão, param hoje um instante para contemplar a Madalena lavando com suas lágrimas o sangue que mancha os pés do homem erguido entre a terra e o céu.
Mas, quando se cansam desse espetáculo, desviam os olhos e continuam seu caminho entre risadas.

Num dia como este, todos os anos, a humanidade acorda com o despertar da primavera e chora pelos sofrimentos de Cristo; mas, depois, fecha os olhos e se entrega a um sono profundo.

A humanidade é uma mulher que se deleita em se lamentar pelos heróis do séculos.

Se fosse homem, regozijar-se-ia pela sua grandeza e suas glórias.

A humanidade vê Jesus o Nazareno nascendo e vivendo como um pobre, ofendido como um fraco, crucificado como um criminoso, e chora-o e lamenta-o.
E é tudo o que ela faz.

Desde há dezenove séculos, adoram a fraqueza na pessoa de Jesus, conquanto Jesus fosse um forte.

Mas eles não compreendem o sentido da verdadeira força.

Jesus não viveu como um covarde, nem morreu sofrendo e queixando-se.

Viveu como um revolucionário, e foi crucificado como um rebelde, e morreu como um herói.

Não era Jesus um pássaro de asas partidas, mas uma tempestade violenta que quebra, com sua força, todas as asas tortas.

Jesus não veio do além do horizonte azul para fazer da dor o símbolo da vida, mas para fazer da vida o símbolo da verdade e da liberdade.

Jesus não receou seus perseguidores, e não temeu seus inimigos, e não sofreu nas mãos de seus executores, mas era livre à face de todos, audacioso para com a injustiça e a tirania: quando via tumores pútridos, puncionáva-os; quando ouvia o mal falar, impunha-lhe silêncio; quando encontrava a hipocrisia, esmagava-a.

Jesus não desceu ao mundo da luz para destruir as nossas casas e, com suas pedras construir conventos e eremitérios.
Não veio para tirar os homens fortes de suas ocupações e fazer deles monges e padres.

Mas veio para insuflar na atmosfera deste mundo uma alma nova e forte que destrói, até as fundações, os tronos elevados sobre os crânios e desmantela os palácios erguidos sobre os túmulos, e derruba os ídolos impostos aos espíritos fracos e humildes.

Jesus não veio ensinar os homens a elevar igrejas suntuosas ao lado de casebres miseráveis e de habitações frias e escuras, mas veio para fazer do coração do homem um templo, e de sua alma um altar, e de sua mente um sacerdote.

Eis o que Jesus o Nazareno fez, e eis os princípios que pregou e pelos quais se deixou crucificar por sua própria vontade.
E se os homens fossem mais penetrantes, celebrariam a data de hoje com alegria, e risos e canções de vitória e de triunfo.

E tu, gigante crucificado, que olhas do alto do Gólgota as caravanas dos séculos; que ouves o barulho dos povos, que compreendes os sonhos da eternidade, tu és, sobre tua cruz manchada de sangue, mais majestoso e mais soberbo que mil reis com mil tronos e mil reinos.

E tu és, entre a agonia e a morte, mais poderoso e mais temível que mil generais com mil exércitos e mil troféis.

Tu és, na tua melancolia, mais alegre que a primavera com suas flores.

Tu és, nas tuas dores, mais sereno que os anjos em seu paraíso.

Tu és na mão dos carrascos, mais livre que a luz do sol.

A coroa de espinhos em tua cabeça mais formosa e mais augusta que a coroa de Buhram, e o prego na palma de tua mão é mais imponente que o cetro de Muchtary.

E as gotas de sangue que correm em teus pés são mais brilhantes que as jóias de Astarté.

Perdoa, pois, a esses fracos que se lamentam sobre ti, em vez de se lamentarem sobre si mesmos.

Perdoa-lhes porque não sabem que venceste a morte pela morte,
e deste vida aos que estão nos túmulos.

Gibran Khalil Gibran, (Livro Parábolas)
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Tags: Gibran Khalil Gibran, Jesus, Sexta-feira

A ARMA DO MAGO...O ANEL...


A arma do Mago - O anel

Quando você vê anéis de prata a venda nas lojas e joalherias ou, até mesmo, com aquela revendedora amiga que te visita sempre ou trabalha com você; não imagina o simbolismo e as propriedades mágicas que estão por trás dessas jóias sempre cobiçadas.


Por exemplo: Na China, até hoje os anéis de prata são um símbolo místico importante. A Forma circular simboliza a indefinição e o espaço interno (o furo) é o lugar por onde as energias celestes passam.


A prata sempre foi associada ao místico e ao sobrenatural. Vinculada a lua; é considerada um metal com poderes de provocar premonições. E os anéis de prata, eram usados por magos e bruxos para lhe conferirem poderes místicos. Por suas propriedades anti-sépticas, a prata sempre foi ligada à purificação. E os anéis de prata, também eram muito procurados para protegerem seus usuários dos “maus espíritos” e das doenças. Muitos achavam que o uso de anéis de prata os protegia também das criaturas sinistras e dos monstros que vagavam pela noite a luz da lua. Ainda hoje, nos chegam estórias de “seres sombrios”: como vampiros e lobisomens, que temem a prata e qualquer objeto feito dela. Na Idade Média, acreditava-se que se você pedisse algo para a lua através de um anel de prata, seu pedido seria atendido mais rapidamente.

Mágicos ou não, o fato é que os anéis de prata sempre foram um acessório desejado por homens e mulheres em muitas culturas. Com uma estreita relação com seres místicos, duendes, fadas, anões, elfos e outros elementais (seres ligados à natureza e as suas manifestações). Alguns anéis de prata místicos são amplamente difundidos nos meios esotéricos de hoje. São eles:
O “Anel Atlante” – Segundo os círculos esotéricos esses anéis protegem e neutralizam determinados perigos e más influências. Também restauram funções orgânicas e combatem dores e o esgotamento físico e mental. Melhora o esqueleto e a função cerebral como um todo. Aqueles que usam esses anéis de prata, também ficam dotados de uma extraordinária intuição e sensibilidade. Passando a sintonizar-se com as vibrações astrais; normalmente ignoradas pelas pessoas “normais”. O mais espetacular e estranho desses anéis, é que segundo a lenda, seu poder não vem da prata ou de qualquer emanação magnética, mental ou religiosa. O poder advindo desses anéis é oriundo apenas de reações incríveis que tem origem nas micro-vibrações da peça.
O “Anel Místico do Amor” “Matasmitava – Tavesi Mamati”– Esses anéis de prata são considerados como peças fundamentais se você deseja vencer num relacionamento amoroso. A mitologia desses anéis, diz que você “antes de possuir, deve dar”; e assim, o costume manda que você presenteie seu amado com um desses anéis de prata. Pois, na vida, sempre que queremos algo é necessário que plantemos a semente. E presentear alguém com um desses anéis, faz com que as energias do universo se unam para que seu amor torne-se realidade.
O “Anel Tibetano” – Esses anéis de prata possuem gravados o mantra “Om Mani Padme Hum”; que significa: “Eu sou o que sou, Eu estou em ti e tu estas em mim”. Esse mantra poderosíssimo evoca a transmutação do físico em divino. Segundo os sábios e praticantes, as pessoas que possuem um desses anéis de prata, conseguem vivenciar uma experiência de contato com as divindades muito vívidas. Fazendo assim, com que suas próprias almas evoluam para estágios mais superiores em menos tempo.

Seja você um “crente” nos poderes místicos dos anéis de prata ou não, a verdade é que esses anéis sempre foram uma ótima opção de presente e um acessório sempre desejado.


Significado espiritual da escolha dos dedos onde colocamos os anéis


Existe um significado espiritual na escolha dos dedos onde colocamos os anéis; os orientais acreditam que eles estão vinculados a um centro de energia, conhecidos como chacras.


Dedo mínimo:

Está ligado ao chacra sexual; se você gosta de usar anéis neste dedo está demonstrando que sua sexualidade tem um papel muito importante na sua vida; é bastante sensual, atraente e sedutor. Ao utilizar um anel (mão esquerda ou direita) você ficará protegido de pensamentos inferiores como a inveja. Se desejar, use anéis com pedras negras como a turmalina ou hematita.

Dedo anelar:

Quem gosta de usar anéis no anular é bondoso e está sempre preocupado com os problemas alheios. É um defensor do amor e da família. Além disso, tem óptima capacidade de expressão. Os anéis indicados são aqueles confeccionados com pedras de citrino, esmeralda, âmbar, pois actuam junto ao chackra supra-renal, ligado ao útero, ovários, rins, fígado etc.

Dedo mediano:

Se você usa anéis no mediano, provavelmente está cansado e com falta de energia, especialmente quando frequenta lugares muito movimentados. Já deve ter ocorrido de tirar o anel do anular e colocá-lo no mediano? Isso é um indicativo de que é mais receptor do que doador, pois é dele que entram e saem as energias subtis. Procure usar anéis com quartzo-rosa ou ametista; este meridiano está ligado ao estômago e ao coração.

Dedo indicador:

Este dedo está associado ao chackra laríngeo e indica poder; quem usa anéis neste dedo revela que é do tipo dominante, tem bom gosto e tem o poder de oratória. É atraído por produtos caros e sabe tudo o que se passa nas finanças. Gosta de negociar e sempre obtém lucro em suas transações comerciais. As pedras mais indicadas são lápis-lazúli ou água marinha. O anel usado neste dedo serve de varinha mágica para o Mago

Dedo polegar:

Este dedo está associado ao chackra localizado no alto da cabeça. Se você gosta de usar anéis neste dedo, demonstra ter apreço ao conhecimento espiritualista e defende com todas as forças seu ponto de vista. Adora viver em liberdade e conhecer coisas novas. O ideal é usar anéis com uma pedra de cristal de quartzo translúcido (branco).

Todo anel místico deve ser consagrado para que ele tenha poder, proteja o Mago e para que todos os seres espirituais obedeçam e respeite o seu usuário (o Mago).


Pesquisa: Arsenal Gnóstico

Fonte:- Do livro "O anel consagrado de Salomão"
Autor:- Pascoal gomes
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segunda-feira, 18 de abril de 2011

DEUS AGUARDA...



DEUS AGUARDA

 

Nunca se creias inútil.

O Caminho para a Vida Superior começa na prestação de serviço aos outros. E as Leis de Deus não te conservariam onde te encontras, se ai não tivessem necessidade de ti.

Reflete e reconheceras que todos os seres, ao redor de teus passos, algo esperam que os mantenha e auxilie.

Erguendo-te, cada manhã, observa e perceberás que todos aqueles que se te associam ao grupo doméstico, aguardam o teu sorriso ou a tua frase encorajadora, nos quais se nutram de equilíbrio para mais um dia de trabalho e de esperança.

Nas tarefas em que te vejas, os companheiros te rogam cooperação.

Na rua, os transeuntes te pedem paciência em que se te expressem o entendimento e a bondade.

E a lista das requisições prossegue aumentando...

O Irmão da experiência comunitária te reclama simpatia, os necessitados aguardam pelo socorro que se te faça possível; o animal te esmola proteção, a planta te requisita respeito, a fonte espera lhe faças a preservação e a defesa, o ambiente em que vives conta contigo, na execução dos próprios deveres, a fim de que a paz felicite a vida de todos... E se estiveres de pensamento acordado, ante os princípios do Bem Eterno, compreenderas, em todas as situações e em todos os lugares, que Deus necessite de tua colaboração e espera por ti.

 

 

pelo Espírito Meimei - Do livro: Deus Aguarda, Médium: Francisco Cândido Xavier.

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domingo, 17 de abril de 2011

SANTUÁRIO DAS APARIÇÕES DE NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO DE FÁTIMA/PORTUGAL/EM TEMPO REAL!CLICK NA IMAGEM!!!






Clique na imagem acima e veja em tempo real o Santuario de Nossa Senhora do Rosário de Fátima em Portugal

BUFALO BRANCO

sábado, 16 de abril de 2011

''QUE MUNDO ...MARAVILHOSO!!!''


ESTA CANÇÃO É UM LOUVOR...À VIDA...À DEUS...E À SUA CRIAÇÃO!!!(então,ao final dela...eu declamo,com o coração irradiado...de gratidão e fraternidade...)
QUE ASSIM SEJA!!!!
UM EXELENTE DOMINGO PRA VOCES!!!
RONITA

sexta-feira, 15 de abril de 2011

segunda-feira, 11 de abril de 2011

sábado, 9 de abril de 2011

Garth Brooks standing outside the fire official (IMPERDÍVEL ESTE VÍDEO!!)



TRADUÇÃO
Ficando do lade de fora do fogo
Nós os chamamos de calmos
aqueles corações que não tem cicatrizes pra mostrar
aqueles que nunca deixam ir embora
e arriscam as viradas de mesa

Nós os chamamos de tolos
os que tem que dançar por entre a chama
os que arriscam a tristeza e a vergonha
que sempre vem ao se queimar

Mas você tem que ser forte quando consumido pelo desejo
Porque não é suficiente apenas ficar do lado de fora do fogo

Nós os chamamos de fortes
aqueles que podem encarar esse mundo a sós
que parecem se virar sozinhos
aqueles que nunca aceitaram a queda

Nós os chamamos de fracos
os que são incapazes de resistir
à mais exígua chance de que pode existir amor
e por causa disso abandonam tudo

Eles são tão determinados em oferecer,
andando sobre um fio
convencidos de que não é viver
se você ficar do lado de fora do fogo

Ficando do lado de fora do fogo
Ficando do lado de fora do fogo
A vida não é experimentada, é meramente sobrevivida
se você está ficando do lado de fora do fogo

Existe esse amor que está queimando
fundo na minha alma
constantemente anseando
por sair de controle
Querendo voar alto e mais alto
Eu não posso me conformar
em ficar do lado de fora do fogo

Ficando do lado de fora do fogo
Ficando do lado de fora do fogo
a vida não é experimentada, é meramente sobrevivida
se você está ficando do lado de fora do fogo

MONJA COEN FALA SOBRE O JAPÃO

  
Quando voltei ao Brasil, depois de residir doze anos no Japão,
me incumbi da difícil missão de transmitir o que mais me impressionou
do povo Japonês: kokoro.




 Kokoro  ou Shin significa coração-mente-essência.
Como educar pessoas a ter sensibilidade suficiente para sair de si
mesmas, de suas necessidades pessoais e se colocar à serviço e
disposição do grupo, das outras pessoas, da natureza ilimitada?

Outra palavra é gaman: aguentar, suportar.  Educação para ser capaz
de suportar dificuldades e superá-las.



Assim, os eventos de 11 de março, no Nordeste japonês, surpreenderam o
mundo  de duas maneiras.

A primeira pela violência do tsunami e dos vários terremotos, bem como
dos perigos de radiação das usinas nucleares de Fukushima.

A segunda pela disciplina, ordem, dignidade, paciência, honra e
respeito de todas as vítimas.

Filas de pessoas passando baldes cheios e vazios, de uma piscina para
os banheiros.



Nos abrigos, a surpresa das repórteres norte americanas: ninguém
queria tirar vantagem sobre ninguém.  Compartilhavam cobertas,
alimentos, dores, saudades, preocupações, massagens. Cada qual se
mantinha em sua área.  As crianças não faziam algazarra, não corriam e
gritavam, mas se mantinham no espaço que a família havia reservado.



Não furaram as  filas para assistência médica – quantas pessoas
necessitando de remédios perdidos-
mas esperaram sua vez também para receber água, usar o telefone,
receber atenção médica,  alimentos, roupas e escalda pés singelos, com
pouquíssima água.

Compartilharam também do resfriado, da falta de água para higiene
pessoal e coletiva, da fome, da tristeza, da dor, das perdas de
verduras, leite, da morte.



Nos supermercados lotados e esvaziados de alimentos, não houve saques.
 Houve a resignação da tragédia e o agradecimento pelo pouco que
recebiam.  Ensinamento de Buda, hoje enraizado na cultura e chamado de
kansha no kokoro: coração de gratidão.



Sumimasen é outra palavra chave.  Desculpe, sinto muito, com licença.
Por vezes me parecia que as pessoas pediam desculpas por viver.
Desculpe causar preocupação, desculpe incomodar, desculpe precisar
falar com você, ou tocar à sua porta.  Desculpe pela minha dor, pelo
minhas lágrimas, pela minha passagem, pela preocupação que estamos
causando ao mundo.  Sumimasem.



Quando temos humildade e respeito pensamos nos outros, nos seus
sentimentos, necessidades. Quando cuidamos da vida como um todo, somos
cuidadas e respeitadas.



O inverso não é verdadeiro: se pensar primeiro em mim e só cuidar de
mim, perderei.  Cada um de nós, cada uma de nós é o todo manifesto.



Acompanhando as transmissões na TV e na Internet pude pressentir a
atenção e cuidado com quem estaria assistindo: mostrar a realidade,
sem ofender, sem estarrecer, sem causar pânico.  As vítimas
encontradas, vivas ou mortas eram gentilmente cobertas pelos grupos de
 resgate e delicadamente transportadas – quer para as tendas do
exército, que serviam de hospital, quer para as ambulâncias,
helicópteros, barcos, que os levariam a hospitais.



Análise da situação por especialistas, informações incessantes a toda
população pelos oficiais do governo e a noção bem estabelecida de que
“somos um só povo e um só país”.



Telefonei várias vezes aos templos por onde passei e recebi
telefonemas.  Diziam-me do exagero das notícias internacionais, da
confiança nas soluções que seriam encontradas e todos me pediram que
não cancelasse nossa viagem em Julho próximo.



Aprendemos com essa tragédia  o que Buda ensinou há dois mil e
quinhentos anos: a vida é transitória,  nada é seguro neste mundo,
tudo pode ser destruído em um instante e reconstruído novamente.

Reafirmando a Lei da Causalidade podemos perceber como tudo  está
interligado e que nós humanos não somos e jamais seremos capazes de
salvar a Terra.  O planeta tem seu próprio movimento e vida.  Estamos
na superfície, na casquinha mais fina.  Os movimentos das placas
tectônicas não tem a ver com sentimentos humanos, com divindades,
vinganças ou castigos. 



O que podemos fazer é cuidar da pequena camada
produtiva, da água, do solo e do ar que respiramos.  E isso já é uma
tarefa e tanto.



Aprendemos com o povo japonês que a solidariedade leva à ordem, que a
paciência leva à tranquilidade e que o sofrimento compartilhado leva à
reconstrução.



Esse exemplo de solidariedade, de bravura, dignidade, de humildade, de
respeito aos vivos e aos mortos ficará impresso em todos que
acompanharam os eventos que se seguiram a 11 de março.

Minhas preces, meus respeitos, minha ternura e minha imensa tristeza
em testemunhar tanto sofrimento e tanta dor de um povo que aprendi a
amar e respeitar.



Havia pessoas suas conhecidas na tragédia?, me perguntaram. E só posso
dizer : todas.  Todas eram e são pessoas de meu conhecimento.  Com
elas aprendi a orar, a ter fé, paciência, persistência.  Aprendi a
respeitar meus ancestrais e a linhagem de Budas.

Mãos em prece (gassho)
Monja Coen
 

sexta-feira, 8 de abril de 2011

quinta-feira, 7 de abril de 2011

QUANTAS PESSOAS PODEM VIVER NA TERRA?(DOCUMENTÁRIO IMPERDÍVEL!!)



EM SESSENTA ANOS,PASSAMOS DE 2 BILHÕES DE PESSOAS PARA 7 BILHÕES DE PESSOAS!!!

PEDIDO DE SANGUE O+ (AMIGOS(AS) DOADORES!!QUEM PUDER,AJUDEM!!SOLIDARIEDADE!!OBRIGADA!Ronita

Bom dia Queridos amigos e irmãos.
Novamente gostaria de contar com a ajuda e o carinho de todos.
Nossa irmã Angélica Vianna Barros está novamente internada( Hospital Santa Cecília - SP) e necessita de sangue O+. , agora na UTI, ela esta recebendo sangue diariamente.
Quem puder e tiver condições de doar, peço a gentileza se dirigir ao banco de sangue do Hospital do Cancer - SP (Hospital A.C.Camargo)
R. Professor Antônio Prudente, 211 São Paulo - SP - Liberdade - CEP 01509-010 - Tel. +55 11 2189-5000
Abaixo inseri uma pequeno mapa para orientação de como chegar lá.
Que Deus vos abençoem.
Abraço Fraterno.
Ricardo Zapparoli (TEA)

 

Como Chegar ao Hospital

Lamentamos com grande pesar junto à todos,a Bestialidade na Escola no Realengo,no RJ,desta manhã...

''O Inferno é vazio, e todos os demonios estão aqui ¨. (Gaiman e Pratchett)''



Homem invade escola e mata 12 alunos no Rio. O Corpo de Bombeiros confirmou 12 mortos, além do atirador, que era um ex-aluno da escola. Leia em http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/899433-bombeiros-confirmam-12-alunos-mortos-por-atirador-no-rio.shtml



VOVÓ MARIA DE ANGOLA

 
 
Mensagem enviada pela Mentora Vovó Maria de Angola
Tenda de Umdanda Cacique Ubiratã e Pai Sacomé – Valinhos SP
Data: 18 de maio de 2007 – as 14 h


Lei Áurea 1888 – fim ao direito de propriedade de uma pessoa sob outra.

É filho meu, o que vocês mudaram de lá para cá? Já se passaram mais de 100 anos e vocês encarnados ainda se sentem na necessidade de demonstrar e aumentar seu poder, e para isso ainda escraviza seus semelhantes e a si mesmo.

A escravidão mudou de cara, o tronco mudou sou forma, o chicote mudou de mãos e as senzalas mudaram de lugar.

Hoje o ser encarnado se escraviza e escraviza ao seu semelhante através dos preconceitos raciais, preconceitos religiosos, preconceitos sociais, onde os mais favorecidos podem tudo e aos menos favorecidos os troncos da vida.

Os que se dizem, Profetas Religiosos, escravizam as pessoas em torno de uma religião, onde lhes são prometidos o céu e um lugar próximo ao Criador. Mas que para isto eles têm que pagar, aqueles que pagam mais, mais próximo de alcançar o prometido.

Os filhos dos menos favorecidos estudam a vida toda em escolas gratuitas, os mais favorecidos em escolas pagas, e quando mais precisão do ensino, a faculdade paga é para os menos favorecidos e as gratuitas aos mais favorecidos.

As crianças vão às ruas para conseguir, em um sinal de transito, míseros trocados para sustentar sua família, pois o Pai esta desempregado a Mãe ganha pouco como empregada em uma casa de pessoas ricas, as quais não querem e nem gostam de pagar o valor real dos serviços prestados a eles.

Hoje vocês são aprisionados em suas senzalas particulares e em muitas vezes tem que pagar o aluguel dela.

As terras ainda continuam em poder da minoria e para que vocês tenham um teto próprio às vezes levam uma vida inteira.
Vocês encarnados se aprisionam e se tornam escravos de vocês mesmos. Dando valores aquilo que não valoriza os seus espíritos.

Vocês não ajudam ao próximo quando podem mas, pedem ajuda quando estão precisando.

Vocês não se ligam ao Criador quando estão bem, somente se lembram de Deus nas horas de necessidades.

Esta escravidão são vocês mesmos que se impõem.

E nós os Pretos Velhos, É Filho meu, nós os Pretos Velhos fomos escravos, escravos de propriedade de uma outra pessoa, escravizados por elas, mas não fomos escravizados pelos nossos Princípios nem pela nossa Religiosidade.

Soubemos ser humildes, pacientes, amorosos e até às vezes felizes. Agüentamos todas as torturas que o corpo físico poderia agüentar pois, sabíamos que as feridas seriam apenas na carne e com nossos espíritos evoluídos e exaltados, estas dores e feridas não nos atingiria.

Hoje estamos livres, não de corpo, mas de Alma. Somos guias que procuramos ajuda-los, somos Espíritos que procuramos ilumina-los, somos Espíritos que procuramos ensina-los que vocês devem lutar pela suas libertações.

A Lei que os libertarão não se Chama Lei Áurea, não será assinada no Plano Terreno, não será uma Princesa quem assinará e infelizmente nem todos terão direito a ela, pois a Lei que vocês precisam que seja assinada é a Lei que os libertará de vossos sentimentos ruins, e a Lei que libertará os seus espíritos, e esta Lei será assinada no Plano Espiritual, e vocês estarão com a Pena e a Tinta em suas mãos, os papéis estará em suas atitudes e em seus corações.

Espero encontra-los um dia em nosso plano, mas para isto não escravizem e nem sejam
ESCRAVOS.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

HUMILDADE...


Você já deve ter ouvido muitas vezes a palavra humildade, não é mesmo? Essa palavra é muito usada, mas nem todas as pessoas conseguem entender o seu verdadeiro significado. O termo humildade vem de húmus, palavra de origem latina que quer dizer terra fértil, rica em nutrientes e preparada para receber a semente. Assim, uma pessoa humilde está sempre disposta a aprender e deixar brotar no solo fértil da sua alma, a boa semente. A verdadeira humildade é firme, segura, sóbria, e jamais compartilha com a hipocrisia ou com a pieguice. A humildade é a mais nobre de todas as virtudes pois somente ela predispõe o seu portador, à sabedoria real. O contrário de humildade é orgulho, porque o orgulhoso nega tudo o que a humildade defende. O orgulhoso é soberbo, julga-se superior e esconde-se por trás da falsa humildade ou da tola vaidade. Alguns exemplos talvez tornem mais claras as nossas reflexões. Quando, por exemplo, uma pessoa humilde comete um erro, diz: "eu me equivoquei", pois sua intenção é de aprender, de crescer. Mas quando uma pessoa orgulhosa comete um erro, diz: "não foi minha culpa", porque se acha acima de qualquer suspeita. A pessoa humilde trabalha mais que a orgulhosa e por essa razão tem mais tempo. Uma pessoa orgulhosa está sempre "muito ocupada" para fazer o que é necessário. A pessoa humilde enfrenta qualquer dificuldade e sempre vence os problemas. A pessoa orgulhosa dá desculpas, mas não dá conta das suas obrigações e pendências. Uma pessoa humilde se compromete e realiza. Uma pessoa orgulhosa se acha perfeita. A pessoa humilde diz: "eu sou bom, porém não tão bom como eu gostaria de ser". A pessoa humilde respeita aqueles que lhe são superiores e trata de aprender algo com todos. A orgulhosa resiste àqueles que lhe são superiores e trata de pôr-lhes defeitos. O humilde sempre faz algo mais, além da sua obrigação. O orgulhoso não colabora, e sempre diz: "eu faço o meu trabalho". Uma pessoa humilde diz: "deve haver uma maneira melhor para fazer isto, e eu vou descobrir". A pessoa orgulhosa afirma: "sempre fiz assim e não vou mudar meu estilo". A pessoa humilde compartilha suas experiências com colegas e amigos, o orgulhoso as guarda para si mesmo, porque teme a concorrência. A pessoa orgulhosa não aceita críticas, a humilde está sempre disposta a ouvir todas as opiniões e a reter as melhores. Quem é humilde cresce sempre, quem é orgulhoso fica estagnado, iludido na falsa posição de superioridade. O orgulhoso se diz céptico, por achar que não pode haver nada no universo que ele desconheça, o humilde reverencia ao criador, todos os dias, porque sabe que há muitas verdades que ainda desconhece. Uma pessoa humilde defende as idéias que julga nobres, sem se importar de quem elas venham. A pessoa orgulhosa defende sempre suas idéias, não porque acredite nelas, mas porque são suas. Enfim, como se pode perceber, o orgulho é grilhão que impede a evolução das criaturas, a humildade é chave que abre as portas da perfeição.  Pense nisso!  Você sabe por quê o mar é tão grande? Tão imenso? Tão poderoso? É porque foi humilde o bastante para colocar-se alguns centímetros abaixo de todos os rios. Sabendo receber, tornou-se grande. Se quisesse ser o primeiro, se quisesse ficar acima de todos os rios, não seria mar, seria uma ilha. E certamente estaria isolado.

 Pense nisso!  

Texto da Equipe de Redação do Momento Espírita.

PEDIDO DE DOAÇÃO DE SANGUE O+ /AMIGOS(AS)DOADORES!QUEM PUDER,AJUDEM!!(SOLIDARIEDADE!!!)OBRIGADA!!!Ronita

Bom dia Queridos amigos e irmãos.
Novamente gostaria de contar com a ajuda e o carinho de todos.
Nossa irmã Angélica Vianna Barros está novamente internada( Hospital Santa Cecília - SP) e necessita de sangue O+. , agora na UTI, ela esta recebendo sangue diariamente.
Quem puder e tiver condições de doar, peço a gentileza se dirigir ao banco de sangue do Hospital do Cancer - SP (Hospital A.C.Camargo)
R. Professor Antônio Prudente, 211 São Paulo - SP - Liberdade - CEP 01509-010 - Tel. +55 11 2189-5000
Abaixo inseri uma pequeno mapa para orientação de como chegar lá.
Que Deus vos abençoem.
Abraço Fraterno.
Ricardo Zapparoli (TEA)

 

Como Chegar ao Hospital




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terça-feira, 5 de abril de 2011

A ONDA....(profundas reflexões,nesta pertinente mensagem...)


Tristes  tempos os nossos, em  que

o  individualismo exacerbado  impera como
  regra amplamente difundida e aceita.
Vidas  reduzidas a minúsculas  caixas,
– pequeninas zonas de conforto.
Projetos  existenciais reduzidos 
aos  interesses próprios e 
aos  da família imediata.
A  superficialidade das conversas  que ocupam 
as  relações sociais e  o nosso dia-a-dia 
comprova  a miopia existencial  que impera.
“O meu carro ‘zero’! 
O  plano de saúde ‘top’  da minha família”.
“O meu salário e a minha renda. 
O  apartamento maior para  onde 
em  breve pretendo me mudar.” 
“O roteiro de férias da minha família! 
Quer  ver as fotos dos  meus filhos, 
em  Orlando, com Mickey  e Pateta?”
“O meu iPad 2, de última geração! 
Não  que o outro, que  havia comprado há pouco, 
fosse  ruim, mas lançaram  este e tenho que  ostentar.”
“O meu tempo livre:  
Big  Brother, Faustão, passeio  no shopping, 
futebol  e novela...”
E  vem a onda gigantesca  sacudir as nossas 
rasas  convicções, e remeter  os olhos dos que  queiram enxergar para  as coisas que realmente  importam.
Diante  das forças imponderáveis  da existência, 
até  mesmo o monte Fuji (que aparece ao fundo

na  pintura acima) vê sua opulência perdida.
Era  para ser mais um  dia de rotina e  afazeres, 
como  outro qualquer, não  fosse a grande onda.
Um  breve instante, e tantos  planos, 
projetos  e existências arrasados. 
Viver  é dançar na corda  oscilante do inesperado.
Não  convém 
depositar 
a  nossa 
confiança 
nos  bens 
materiais, 
nos  dias 
e  nas horas.
Tudo  que 
é sólido se desmancha
no  mar.
Os  bens materiais não  resistem 
às tempestades e intempéries da vida.
Não  convém depositar neles  a nossa confiança.
Impermanência,  – outro nome para  a vida terrena.
Impermanência,  – outro nome para  a vida terrena.
Bairros  inteiros varridos num  piscar de olhos.
Lista  contendo os nomes dos  milhares de vítimas.
Para  os que partiram não  haverá mais 
outonos  ou primaveras, feriados  ou provas na escola, 
manhãs  de domingo ou noites  estreladas.
A  vida é como uma  rosa que nos inebria  com o seu perfume 

e  nos dilacera com os  seus espinhos.
Sabedoria  é empreender a travessia  pelo árido deserto 
da  existência, 
rumo  ao oásis verdejante  da essência... 


E  de frente 
para  o mar, 
absorta  em pensamentos,  
ela  pondera:... 
“A vida
é breve
demais     
para  que 
a  façamos pequena.”
“A vida
é breve
demais     
para  que 
a  façamos pequena.”


               um_peregrino@hotmail.com

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