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LIVRO :UMBANDA A MANIFESTAÇÃO DO ESPÍRITO PARA A CARIDADE MÓDULO II - /CLICK NA IMAGEM

LIVRO :UMBANDA A MANIFESTAÇÃO DO ESPÍRITO  PARA A CARIDADE MÓDULO II - /CLICK NA IMAGEM
UMBANDA A MANIFESTAÇÃO DO ESPÍRITO PARA A CARIDADE MÓDULO II - AS ORIGENS DA UMBANDA PADRINHO JURUÁ “Os princípios fundamentados através das “Linhas Mestras” do Caboclo das Sete Encruzilhadas, determinaram uma “Linha de Trabalho” que será, mais hoje, mais amanhã, aquela que definirá os rumos verdadeiros da Umbanda”. CAPA: Concepção do Orixá Mallet – O “Capitão de Demanda” da Tenda Espírita Nossa Senhora da Piedade/CLICK NA IMAGEM PARA Baixar GRATUITAMENTE O PDF

RITUAL DO ROSÁRIO DAS SANTAS ALMAS BENDITAS/REZANDO COM A UMBANDA!

Carta Magna de Umbanda

Atualização dia 18 de Agosto de 2013

Carta Magna de Umbanda

A Umbanda é religião e tem em seus fundamentos a base na crença em um Único Deus, e sua estrutura se estende através do panteão de forças que cremos em nossa liturgia, os Orixás.

Acreditamos nos espíritos da Umbanda com suas linhas e sublinhas, onde os denominamos de guias espirituais.

Dando por verdade que a religião teve as influências das filosofias Indígena, Africana, Kardecista e Católica.

Cremos em Oxalá - Jesus Cristo e seguimos seus ensinamentos.

Possui sacramentos e ritos próprios de batismo, casamento e fúnebre.

A Umbanda é uma religião de culto a natureza através dos Orixás, sendo assim é uma religião ecológica. Seus ritos são realizados através de orações, que podem ser cantadas, ritmadas com a utilização de instrumentos musicais.

Todos estes aspectos dentro da religião de Umbanda se sustentam como fonte de atuação através da prática caritativa, assistencialista e religiosa aos que a ela recorrem.

A Umbanda atua na elevação e educação religiosa praticando trabalhos que visam a evolução do ser humano.

Entende-se que a religião de Umbanda, respeitando suas influências, é genuinamente brasileira, com duas características em sua origem:

Primeira- que ela é milenar em suas atribuições espirituais em relação a manifestações.

Segunda– que se iniciou através do Médium Zélio Fernandino de Moraes com a terminologia Umbanda, em 15 de Novembro de 1908, em Neves, Niterói, através do Caboclo das Sete Encruzilhadas. Ainda o médium Zélio teve a manifestação de Pai Antônio, que nos trouxe o sincretismo dos Orixás.

A Umbanda se pratica por meio da doação pessoal, onde os médiuns de forma voluntária atuam na ajuda mutua, visando a Caridade. Possuem compromisso, onde a responsabilidade é o alicerce ético na prática religiosa no combate do baixo espiritismo.

A Umbanda é: Doação, Caridade, Compromisso, Prosperidade.

Doação- A Umbanda tem no voluntariado a forma de crescimento natural da religião, onde a participação se faz fundamental.

Caridade - A ação caritativa é uma das formas da elevação do espírito. Fora da caridade não existe a compreensão da missão evolutiva do religioso de Umbanda.

Compromisso - A Umbanda tem no médium compromissado com o bem, com a verdade, com a lealdade, com a caridade, com a entrega pessoal, com o respeito, a essência do verdadeiro religioso como forma de evolução.

Prosperidade - A Umbanda defende que todo seguidor da religião deve ser prospero. A prosperidade se da pelo esforço constante do conhecimento e trabalho individual, onde amparado por sua fé conquista seus objetivos.

Racismo

A Umbanda é uma religião brasileira e assim como seu povo que é miscigenado, existindo a representação de várias raças. A Umbanda é o exemplo inter-racial e responde por ela mesma, pois tem em sua base o negro o indígena e o europeu. Mostra-se como exemplo de cultura e educação, coibindo qualquer forma preconceituosa.

Homossexualidade

Na Umbanda todo ser humano é visto como irmão (a) espiritual, sendo aceita qualquer orientação sexual. Assim a religião entende e acolhe espíritos e não o gênero. Discriminação e preconceito, não são ensinados pelos nossos guias, entendendo que a Umbanda acolhe a todos.

Encarnamos com propósitos e escolhas, sendo fundamental respeitarmos o livre arbítrio da escolha pessoal de cada indivíduo.

Drogas

Todos que recorrem aos vários Templos de Umbanda encontrarão o lado assistencialista. O dependente químico deve ser tratado sem aspectos preconceituosos, tendo total assistência por parte da religião de Umbanda.

A Umbanda respeita a vontade do individuo em buscar e aceitar o tratamento espiritual.

Deve ser observado e respeitado nos tratamentos, o lado psicológico, o comprometimento químico e atenção espiritual para o dependente e sua família.

Eutanásia / Suicídio

A Umbanda, por valorizar a vida, nos aspectos terreno e espiritual, entende que a passagem deve ser natural, respeitando a Lei do carma e aprendizados importantes ao espírito.

Só o Criador através de Sua Onisciência, Onipresença e Onipotência sabe o momento do desenlace carnal daquele indivíduo.

Práticas que atentam contra a vida, seja de que forma for, não são aceitas pela religião de Umbanda.

Aborto

Entende-se que a partir da concepção já existe vida, um espírito que anseia por sua evolução.

As observações dos resgates espirituais, através dos acontecimentos, necessitam ser levados em consideração.

A Umbanda é contra a prática do aborto; porém, quando existe o risco de morte da mãe, o arbítrio deve ser dela.

O aconselhamento direto com os guias de Umbanda é fundamental para que as ações sejam feitas sempre baseadas na espiritualidade.

Violência doméstica

A Umbanda não aceita qualquer forma de violência doméstica, atendendo aos parâmetros da legislação vigente com destaque para: Estatutos do Idoso e da Criança e do Adolescente, Leis de proteção à mulher e a Carta das Nações Unidas (ONU), onde os direitos da pessoa humana devem ser preservados, combatendo qualquer tipo de violência doméstica

O papel da mulher na sociedade

A Umbanda defende o direito de igualdade, onde a mulher deve ocupar qualquer posição com o mesmo tratamento.

As mulheres na Umbanda estão em todos os níveis hierárquicos da religião, mostrando a toda sociedade o exemplo a ser seguido. Entendemos que a religião de Umbanda é exemplo a todos os segmentos religiosos, pois valorizamos as mulheres em seu exercício sacerdotal.

Pedofilia / Maus tratos

A Umbanda não aceita qualquer forma de ato que atente contra a criança e o adolescente, em especial os casos de pedofilia e maus tratos, e defende que as Leis já estabelecidas devam ser aplicadas.

Pessoas que possuem desvio de conduta podem estar sendo obsidiadas, ou mesmo necessitam de acompanhamento psicológico, unido de orientação espiritual.

Posicionamento e ética em relação à Umbanda e outras religiões

A Umbanda traz em si a base religiosa que deve ser respeitada. Amar, respeitar, não julgar, não caluniar, atuar sempre com verdade, na base do bem, da educação e da elevação.

O posicionamento ético em qualquer religião deve se basear em tais atributos, manifestado pelo verdadeiro religioso de Umbanda.

Sobre a questão inter-religiosa a Umbanda respeita todas as religiões e busca o Estado Laico, não discriminando nenhum tipo de manifestação religiosa que vise o respeito e evolução do ser humano.

Sobre os médiuns e assistidos

Os médiuns e assistidos em geral são vistos como religiosos e devem agir como tal, acreditando em Deus, nos Orixás e guias espirituais, possuir os atributos da Fé, amar seu semelhante, não julgar, jamais caluniar, ser um pacificador, estar a serviço do bem e jamais utilizar o seu conhecimento de forma torpe. Estes atributos são posicionamentos éticos para todos que comungam da Fé de Umbanda.

Candidatos à política na Umbanda

A Umbanda exige que todo candidato que se apresente dentro da religião, concorde, se comprometa e assine documento público com o compromisso de seguir a “Carta Magna de Umbanda”. Assumindo sua posição expondo em seu próprio site, blog e em suas redes sociais.

Entendendo que este documento protege a religião de oportunistas e pessoas mal intencionadas.

Para tanto, a religião deve estar apontando qualquer tipo de possível desvio de comportamento do possível representante da religião.

Ensino religioso

A Umbanda defende o ensino religioso nas escolas de forma ecumênica, porém, enfatiza a inclusão da Carta Magna de Umbanda como fonte didática e a música umbandista como forma de inclusão social.

Assim como as demais religiões, a Umbanda passa a ter um documento que esclarece de forma objetiva sua base.

Conceitos, Umbanda no Mundo e Jurídicos.

A Umbanda não aceita e não compactua com trabalhos de ordem trevosa, não faz amarração, ou atua de maneira que corrompa a base da família. Não cobra trabalhos caritativos de atendimento e aconselhamento, porém, temos que ter ressalva em relação aos elementos ritualísticos utilizados.

A Umbanda esta em vários Países do Mundo, levando a Paz e a Elevação de uma Religião que defende os direitos pela igualdade, respeitando a pluralidade de cada Nação. As bases da “Carta Magna de Umbanda” são os princípios seguidos por religiosos de Umbanda pelo Mundo.

A Umbanda como religião ecológica, tem em seus seguidores os defensores da natureza. Entendemos que o Orixá é a força da natureza em nosso planeta e manifestação do Criador em nós. Sendo o nosso maior altar a própria natureza. Observamos que não cabe á nenhum umbandista cultuar despachos em zonas publica urbano, visto que os pontos de irradiação estão juntos a natureza. Sabemos da necessidade de fazer oferendas ao povo da rua, nossos exus e pombagiras, porém é importante que haja o levantamento dos despachos antes do raiar do dia, respeitando as pessoas que professam outras crenças e a ordem publica.

Do ponto de vista administrativo jurídico - A Carta Magna de Umbanda defende a necessidade de organização jurídica e administrativa, no que diz respeito a organização dos templos e federações.

pesquisa no site

http://www.congressonacionaldeumbanda.com.br/site/



JESUS,O GOVERNADOR DO MUNDO!!!

JESUS,O GOVERNADOR DO MUNDO!!!

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

ACREDITAR E AGIR

Um viajante caminhava pelas margens de um grande lago de águas cristalinas e imaginava uma forma de chegar até o outro lado, onde era seu destino.

Suspirou profundamente enquanto tentava fixar o olhar no horizonte. A voz de um homem de cabelos brancos quebrou o silêncio momentâneo, oferecendo-se para transportá-lo. Era um barqueiro.


O pequeno barco envelhecido, no qual a travessia seria realizada, era provido de dois remos de madeira de carvalho.


O viajante olhou detidamente e percebeu o que pareciam ser letras em cada remo. Ao colocar os pés empoeirados dentro do barco, observou que eram mesmo duas palavras.


Num dos remos estava entalhada a palavra acreditar e no outro, agir.


Não podendo conter a curiosidade, perguntou a razão daqueles nomes originais dados aos remos.


O barqueiro pegou o remo, no qual estava escrito acreditar, e remou com toda força.


O barco, então, começou a dar voltas, sem sair do lugar em que estava.


Em seguida, pegou o remo em que estava escrito agir e remou com todo vigor.


Novamente o barco girou em sentido oposto, sem ir adiante.


Finalmente, o velho barqueiro, segurando os dois remos, movimentou-os ao mesmo tempo e o barco, impulsionado por ambos os lados, navegou através das águas do lago, chegando calmamente à outra margem.


Então, o barqueiro disse ao viajante:


Este barco pode ser chamado de autoconfiança. E a margem é a meta que desejamos atingir.


Para que o barco da autoconfiança navegue seguro e alcance a meta pretendida, é preciso que utilizemos os dois remos, ao mesmo tempo, e com a mesma intensidade: agir e acreditar.


Não basta apenas acreditar, senão o barco ficará rodando em círculos. É preciso também agir, para movimentá-lo na direção que nos levará a alcançar a nossa meta.


Agir e acreditar. Impulsionar os remos com força e com vontade, superando as ondas e os vendavais e não esquecer que, por vezes, é preciso remar contra a maré.


* * *


Gandhi tinha uma meta: libertar seu povo do jugo inglês. Tinha também uma estratégia: a não-violência.


Sua autoconfiança foi tanta que atingiu a sua meta sem derramamento de sangue. Ele não só acreditou que era possível, mas também agiu com segurança.


Madre Teresa também tinha uma meta: socorrer os pobres abandonados de Calcutá. Acreditou e agiu, superando a meta inicial, socorrendo pobres do mundo inteiro.


Albert Schweitzer traçou sua meta e chegou lá. Deixou o conforto da cidade grande e se embrenhou na selva da África francesa para atender aos nativos, no mais completo anonimato.


Como estes, teríamos outros tantos exemplos de homens e mulheres que não só acreditaram, mas que tornaram realidade seus planos de felicidade e redenção particular.


* * *


E você? Está remando com firmeza para atingir a meta a que se propôs?


Se o barco da sua autoconfiança está parado no meio do caminho ou andando em círculos, é hora de tomar uma decisão e impulsioná-lo com força e com vontade.


Lembre que só você poderá acioná-lo utilizando-se dos dois remos: agir e acreditar.


* * *


Caso você ainda não tenha uma meta traçada ou deseje refazer a sua, considere alguns pontos:


verifique se os caminhos que irá percorrer não estarão invadindo a propriedade de terceiros;


se as águas que deseja navegar estão protegidas dos calhaus da inveja, do orgulho, do ódio;


e, antes de movimentar o barco, verifique se os remos não estão corroídos pelo ácido do egoísmo.


Depois de tomar todas estas precauções, siga em frente e boa viagem.




Redação do Momento Espírita, com base em texto veiculado pela Internet, atribuído a Aurélio Nicoladeli.

Disponível no CD Momento Espírita, v. 5 e nos livros Momento Espírita v. 2 e 3, ed. Fep.
Em 11.10.2010.

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